o velho e sábio mar
me ensina a amar.......
é o que sempre peço a mãe yemanjá...
sempre descubro que sei cantar como sei nadar...
no embalo das ondas sinto meu contorno, sem ter que perguntar e perguntar onde está o meu continente.
nesse ano novo conheci um novo mar.....era um senhor....um velho senhor sábio, que come a terra a milênios numa paciência incessante, que conhece os humores, que aceita com ternura,por ter vivido muito, muito e muito...........ele nos olha com doçura enquanto continua com seu trabalho incessante de comer a terra e banhá-la. Ele é o mar...sua grandeza é humilde
me faz chorar....
um choro de autopiedade,autocompaixão e depois de beleza que se transforma em força.
Como não olhar pro mar, olhar de verdade, e não sentir fé. Que o necessário é comungar com a natureza e seguir com a força interna, dentro da dança da vida. Ele inspira fé e coragem, nos mostra o medo da força...coloca- nos em xeque.
Por isso chorei.......nas suas águas prateadas e calmas......que não param nunca...chorei pelas vezes que duvidei da fé, da alma e da força divina. Chorei por ter medo de assumir a fé mulher mandinga cantinga que dança, e de me preocupar mais com as ilusões e faltas do que lutar pela terra.
Chorei e ele me acariciou os pés......me acalmou com sua serenidade e me mostrou que não há fim, e que há o agora, que é só pegá-lo com os pés, as mãos, os braços, o peito, o queixo.....com todos os trejeitos e relevos.
Estou aprendendo a me amar
Saravá!
é o que sempre peço a mãe yemanjá...
sempre descubro que sei cantar como sei nadar...
no embalo das ondas sinto meu contorno, sem ter que perguntar e perguntar onde está o meu continente.
nesse ano novo conheci um novo mar.....era um senhor....um velho senhor sábio, que come a terra a milênios numa paciência incessante, que conhece os humores, que aceita com ternura,por ter vivido muito, muito e muito...........ele nos olha com doçura enquanto continua com seu trabalho incessante de comer a terra e banhá-la. Ele é o mar...sua grandeza é humilde
me faz chorar....
um choro de autopiedade,autocompaixão e depois de beleza que se transforma em força.
Como não olhar pro mar, olhar de verdade, e não sentir fé. Que o necessário é comungar com a natureza e seguir com a força interna, dentro da dança da vida. Ele inspira fé e coragem, nos mostra o medo da força...coloca- nos em xeque.
Por isso chorei.......nas suas águas prateadas e calmas......que não param nunca...chorei pelas vezes que duvidei da fé, da alma e da força divina. Chorei por ter medo de assumir a fé mulher mandinga cantinga que dança, e de me preocupar mais com as ilusões e faltas do que lutar pela terra.
Chorei e ele me acariciou os pés......me acalmou com sua serenidade e me mostrou que não há fim, e que há o agora, que é só pegá-lo com os pés, as mãos, os braços, o peito, o queixo.....com todos os trejeitos e relevos.
Estou aprendendo a me amar
Saravá!

Comments
és perfumada que só!
amo, estou amando e te admiro!
muita beleza numa mulher...
saravá!!!
E viva a Linda Flor e a Graça Morena...